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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Top 5: Piores títulos nacionais de filmes

Olá! Depois de 10 mil anos um tempinho, aqui está o Top 5 de volta! Eeeh \o/ **pássaros cantam, crianças dançam descordenadas em pura felicidade**

Enfim. O tema de hoje daria um Top 500, mas como eu não teria saco de fazer e nem vocês de ler um troço tão grande, vamos manter o nome da seção e escolher apenas 5 representantes, que talvez não sejam os melhores (ou piores, no caso), mas foram os que me vieram à cabeça e os considero bons (ou ruins) o suficiente para formar a lista.
Ah... as traduções nacionais de títulos de filmes... às vezes fazendo o filme parecer que é uma coisa que não é, às vezes distorcendo totalmente o sentido do título original, às vezes sendo tão trash que dão medo...
De qualquer forma, aqui estão elas, algumas das piores, em minha humilde opinião:


5) Teenagers - As Apimentadas




Estranho, muito estranho... o título original é "Bring it On", que significa algo como "manda ver", que também seria um título medonho, mas não pior do que "Teenagers - As Apimentadas". O que leva a pessoa a fazer uma tradução na qual usa outra palavra estrangeira?? E por que raios esse ser acredita que "teenagers" e "apimentadas" são sinônimos?? Pobre ser, deve ter tido uma adolescência muito conturbada... O.o.


4) O Massacre da Serra Elétrica




Agora, você pensa: mas, afinal, o que tem de errado com esse título?? É quase a tradução exata do título original, "The Texas Chainsaw Massacre". Você vai implicar por que não tem o motherfuckin' Texas??
Não, babies. Não é por causa do Texas. É por causa do "serra elétrica"!! "Chainsaw", ao pé da letra, quer dizer "motoserra" e não "serra elétrica". E isso faz toda a diferença!
Afinal, se a serra fosse movida a eletricidade, e não a motor, lá estaria o assassino do filme, feliz da vida, correndo atrás de suas vítimas, até que - ops! - a serra saiu da tomada. Ooh, ferrou! Sobreviveu geral e não tem filme.
(Tá bom, vou ser justa e admitir que o título desse filme é estranho desde o original, já que são pouquíssimas as mortes pela motoserra - a maior parte é por marretada - então, não é bem um "massacre da motoserra" de qualquer forma. Mas, bah, o nacional tá errado mesmo assim :P).


3) Todo Mundo Quase Morto




Esse filme é tãããoo legal! *-*
É um dos meus favoritos ever e eu não consigo chamá-lo pelo título nacional.
O original é "Shaun of the Dead", trocadilho intraduzível com o nome do personagem principal, Shaun, e o título do filme "Dawn of the Dead" (que no Brasil é "Despertar dos Mortos" e o remake é "Madrugada dos Mortos"). "Shaun of the Dead" é uma comédia hilária e super inteligente sobre esse rapaz, o Shaun, que tem que encarnar o herói e salvar seus amigos durante uma invasão zumbi em sua cidade e, de quebra, tentar reconquistar sua ex-namorada.
E aí, o que as mentes tradutoras de títulos me fazem?? Inventam de forçar uma comparação entre esse filme e "Todo Mundo em Pânico", só porque os dois têm comédia e terror. Mas acontece que, além disso, um não tem nada a ver com o outro! "Todo Mundo Quase Morto" foi muita sacanagem. Acho que talvez seja perseguição com o Simon Pegg (o Shaun do filme e o moço "em cores" no poster acima. Se você viu o novo "Star Trek", ele foi o Scotty), porque a maioria dos filmes dele ganha títulos nacionais idiotas. "Run, Fatboy, Run" virou "Maratona do Amor"... "How to Lose Friends & Alienate People" virou "Um Louco Apaixonado"...
Provavelmente, eu ainda vou falar mais sobre o Simon neste blog, porque ele é (inconvencionalmente) hot e é um dos meus hombres *-*


2) High School Band




Mais uma vez eu pergunto: o que leva o ser a usar palavras estrangeiras numa tradução??
Bem, dessa vez, é muito simples: a grana, ora! Tentaram vender esse filme como uma cópia de "High School Musical" e deram com os burros n'água (sinto uma ruga surgir só de ter usado essa expressão...). Acontece que, além de ter a música como um elemento importante e a Vanessa Hudgens no elenco, esse filme é bem diferente de "High School Musical". Primeiro, porque o mocinho não é nenhum Zac Efron. Segundo, porque tocam algumas músicas legais nesse filme! Terceiro, porque tem várias referências musicais interessantes (e de filmes e livros também!). Quarto, por causa do David Bowie. E, se tem o David Bowie, não tem como ser ruim. Aí, quem viu porque esperava um "High School Musical" não deve ter gostado e quem poderia ter gostado, não viu porque esperava um "High School Musical". Eu só fui ver ano passado, por insistência da minha prima, se não, nem teria chegado perto.
Tá, na verdade, o filme é só legalzinho, mas é MUITO melhor do que eu esperava.
Ah, e o título original é "Bandslam", nome da competição de bandas que os guris participam.


1) A zona de "The Evil Dead"




Esse primeiro lugar é baseado não exatamente na ruindade do título nacional, mas na bagunça from hell que se formou em torno dele.
Antes de mais nada: "The Evil Dead" = "O Morto Maligno" ou "Os Mortos Malignos" (o segundo faz mais sentido). Tradução de "The Evil Dead" no Brasil: "A Morte do Demônio".
Tááá... não tem bem um demônio morrendo no filme e, se tem, esse fato com certeza não é importante o suficiente para aparecer no título. Mas isso não é o pior. Depois, lançaram "The Evil Dead 2", que no Brasil virou... "Uma Noite Alucinante". Sim, porque devem ter achado que o demônio só podia morrer mesmo uma vez! Tá, isso é brincadeira. A zona aconteceu porque lançaram a continuação antes do primeiro filme no Brasil, então, não teve nome de sequência. A situação conseguiu piorar quando chegou "The Evil Dead 3", que virou "Uma Noite Alucinante 3". Então, ficou assim: "A Morte do Demônio", "Uma Noite Alucinante" e "Uma Noite Alucinante 3". Suuuper organizado :P
No fim das contas, tem até quem chame "Uma Noite Alucinante" de "A Morte do Demônio 2" e por aí vai, varia de cada um. Eu prefiro chamar todos pelos títulos originais. Mas admito que, se tivesse sido feito direito, "Uma Noite Alucinante" até que é um título legal. Tão... anos 80. *-*

Menção honrosa:

Meu Primeiro Amor 2




HÃ?? Como é que pode?? O.o



Enfim, essa foi a lista dos piores títulos nacionais de todos os tempos muahaha que eu consegui pensar durante a semana.
That's all, folks.
See ya o/

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Top 5: Seriados do antigo Disney Channel


Olá! Como prometido, aqui está mais um Top 5 (apesar de que com um MEDONHO pequeno atraso). O tema desta semana é baseado total e magicamente nas minhas memórias de infância (ooh, eu não disse que seria meigo?).
Porque, nem todo mundo lembra, e tem gente que nem sabe, mas, antes do Disney Channel ser dominado por Hanna Montana, High School Musical e outros seres esquisitos, ele era uma graça. Era mesmo. Tá bom, talvez eu tenha essa impressão porque era a minha infância, mas eu consigo me imaginar facilmente vendo hoje em dia os seriados que eu via no canal aos 7 anos, e não posso dizer o mesmo de grande parte da programação atual...

Quando o Disney Channel surgiu, foi um tanto especial, porque era a primeira vez que eu via um canal infantil surgir. Conhecia o Cartoon Network, o Nickelodeon, o (extinto) Fox Kids e o Discovery Kids desde... bem, sempre! Eles já estavam lá quando eu nasci.
Mas, o Disney Channel, eu peguei do início. Passei o dia inteiro assistindo quando estreiou, fosse o programa que fosse. Sério. Foi suuuper saudável (mas eu me diverti pacas).

Então, aqui está a lista dos seriados que alegravam minhas noites no ano de 2001 (é... acho que era esse o ano... hum... tenho quase certeza...), exibidos no Zapping Zone, que na época era apresentado pelo Robson (ainda o vejo bastante no "canal do cliente" da Sky), pela Celly, pela Monalisa e pelo Felipe Aaukay. E tinha a "empadinha zz", os especialistas... bah, eram bons tempos.
Oh, malditos devaneios, vamos logo à lista:


5) Amor Fraternal (Brotherly Love)



O nome parece ser de novela mexicana, mas essa série de 1995 (sim, no Disney Channel passavam uns negócios velhos...) era super legal! Contava a história de três irmãos, Joey, Matt e Andy, que tocavam uma oficina ao lado de sua mãe/madrasta (é que ela era mãe dos dois últimos e madrasta do primeiro). Joey era o mais velho, rebelde e gostosão, o Matt era o do meio, nerd e germofóbico e Andy, o pirralho, era uma gracinha. Também era legal porque os garotos são irmãos na vida real - mas não eram bem que nem os Jonas :P 
Durou só duas temporadas, mas Joey Lawrence ficou relativamente famoso por mais alguns seriados, o mais recente é o "Melissa & Joey".
E a música de aberura dominava totalmente meus pensamentos!!! ficava na minha cabeça enquanto eu estava na escola...




4) Gênio do Barulho (Smart Guy)



Mesmo com uma trama tão clichê - família tem que lidar com moleque gênio - essa série era muito divertida. T.J. Henderson, com 10 anos de idade e Q.I. de 180, é transferido para o primeiro ano do ensino médio, o que serve de ponto de partida para as confusões, trapalhadas e outros termos de Sessão da Tarde que acontecem durante a série. O T.J., mesmo sendo um garoto-gênio, o que normalmente significa irritante, era muito fofo e simpático. Também tinha o Marcus, o irmão mais velho e menos inteligente, a Yvette, a irmã esperta e batalhadora (e diva, adorava a Yvette!), o Mo, melhor amigo bobão do Marcus (ria litros com as cenas dos dois) e Floyd, o pai viúvo e sábio.
Durou pouco tempo, também, mas ganhou seu espaço no hall dos seriados memoráveis da minha infância.




(também acabei achando uma participação da Ashley Tisdale na série. Presságio?? O.o)


3) Mano a Mana (Even Stevens)


Ok, o negócio é o seguinte: o Shia LaBeouf pode virar galã de Hollywood, estrelar dezenas de produções milionárias e ficar BFF do Spielberg, mas, pra mim, ele SEMPRE será Louis Stevens!!! Era por esse nome que eu o conhecia antes de ele ganhar a visibilidade que tem hoje, e, confesso, ainda me impressiono ao ver como o guri de "Mano a Mana" foi longe.
A série contava a história de Louis, um garoto pentelho que sempre arrumava alguma confusão e que adorava infernizar a vida de sua estudiosa irmã mais velha, Ren. Os dois também tinham um irmão mais velho, Donnie, e seus pais eram ainda mais atrapalhados do que os filhos. Tinha um humor meio pastelão, não era tão "realista", mas, ainda assim, era bem legal. Ganhou um filme para a tv em 2003. E a abertura era fofa.




2) Lizzie McGuire


"Pode apostaar... o nosso plano é demais... deixa rolaar... senão você vai ficar pra trás..."
Infelizmente, não consegui achar a abertura da série em português, então, vou ficar sem mostrar essa adorável canção grudenta (pra ter uma noção do quanto ela é grudenta, acho que faz 6 ou 7 anos que não a ouço e ainda lembro bem da letra!). Hoje a Hillary Duff é uma estrela, atua, canta e, recentemente, até inventou de escrever (estou curiosa sobre o resultado disso), mas, naquela época, ela era só a Lizzie, uma garota de 13 anos lidando com os problemas da adolescência e enfrentando o desafio de crescer. Os outros personagens eram os pais, Matt, o irmão mais novo problemático, Kate, a ex-amiga e atual bitch da escola (para qualquer bitch que eu conhecer, na vida ou na ficção, sempre terei Kate como referência), Ethan, o bonitão burro, e os amigos, Miranda e Gordo (que é secretamente apaixonado por Lizzie, e não é gordo - o nome é apelido de Gordon).
O mais legal mesmo era a Lizzie versão desenho, que aparecia para mostrar os pensamentos da Lizzie "real". Teve um filme em 2003, do qual, er, eu não gosto muito. Mas a série, eu amava. *-*





1) O Mundo é dos Jovens (Boy Meets World)


Um merecido primeiro lugar. Agora, parando para analisar, percebo que essa foi uma das primeiras séries que eu amei de verdade, de rir e chorar, me apaixonar pelos personagens, me identificar com eles e essas coisas bonitas. Foi tipo um "pré-Friends", "pré-Seinfeld" (não que Seinfeld faça chorar muito - tirando, é claro, aquele episódio da última temporada com os melhores momentos do elenco), "pré-Grey's Anatomy", enfim, pré-qualquer seriado que eu tenha amado desde então. Contava a história de Cory Mathews, seu irmão, Eric, seu melhor amigo, Shawn e sua namorada, Topanga (apesar de eles não terem começado a série como namorados), além de outros personagens que foram surgindo, e do Sr. Feeny, o professor mais badass da tv. Nas primeiras temporadas, eles são pirralhos e passam por situações mais leves e cômicas, apropriadas a suas idades. Depois, vão crescendo e os problemas ficam mais complexos. Da lista, é a série que mais durou (sete temporadas) e fez sucesso. É realista, sensível, divertida e tem uma das cenas de encerramento mais bonitas ever (*lágrimas nos olhos*).
Eu queria mesmo ver essa série de novo.
Bem, todas elas, na verdade. xD





Bem, é isso para a sessão nostalgia o Top 5 de hoje.
See ya o/

P.S.: Ficaram de fora alguns seriados que eu amo de paixão, como "Sinistro" (So Weird), mas que, provavelmente, surgirão no blog em alguma outra hora.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Top 5: Músicas bizarras para ouvir na sexta-feira 13



Olá! É nesta sexta-feira 13 chuvosa (pelo menos no Rio...) que eu começo o "Top 5". Minha intenção é ter um "Top 5" com um tema diferente toda sexta-feira, porque o Rob Gordon, de "Alta Fidelidade", me ensinou a amar listas dos "cinco mais" e, desde então, viciei em criá-las e ver as que outros criam.
Sobre o tema desta semana: eu não realmente acredito em qualquer "maldição" sobre a sexta-feira 13, mas é fato que, de ontem até a manhã de hoje, o Blogger teve um troço, entrou em manutenção, quase me enlouqueceu e fez um monte de gente perder posts.
Sim, claro, deve ter sido uma mera coincidência... mas é quase inevitável pensar na sexta-feira 13 nessas horas!

Desde o início da semana eu estava pensando em fazer uma lista relacionada a esse dia, então pensei primeiro nos "5 melhores filmes para ver numa sexta-feira 13", só que, por mais que eu ame filmes e livros de terror (já deu pra notar? xD), ficaria entre os mais clássicos e meus favoritos de estimação e mal saberia por onde começar.
Aí, acabou surgindo a ideia das músicas... e eu achei mais legal! Porque, se tem uma coisa que existe aos montes, é música bizarra... (apesar de não achar que as pessoas se preocupam em ouvir músicas especiais na sexta-feira 13)

É importante lembrar que a sexta-feira 13 não é uma data exatamente assustadora e temática, como o Halloween, e, na verdade, é mais pra bizarra, estranha, surpreendente... por isso, não espere encontrar nessa lista Lady Gaga, Marilyn Manson ou qualquer um que faça músicas e clipes intencionalmente bizarros. A graça aqui é ver quem estava tentando ser pop e normal mas, apesar de fazerem sucesso, acabaram conseguindo criar pequenas aberrações, verdadeiros acidentes de sexta-feira 13.
Sem mais encheção de linguiça delongas, vamos à lista:

5) Mickey - Toni Basil



Ouvi essa música pela primeira vez no filme "Teenagers - As Apimentadas". Se você já viu, sabe do que eu estou falando: aquela música grudenta from hell que o elenco todo canta no final. Na verdade, é uma música de 1982 (cover de outra, de 1979), cantada por essa moça que depois não fez mais sucesso, a Toni Basil. Na boa, essa mulher me dá um pouco de medo. As caras e bocas que ela faz no clipe, a coreografia exótica, a idade claramente avançada para usar uma roupa de cheerleader (#StacyeClintontecondenam)... e, afinal de contas, quem diabos é Mickey??? Para ter uma noção do quanto essa música é bizarra, a Xuxa fez uma cover dela. É. A XUXA.
Letra e tradução.



4) Enrosca - Sandy e Júnior



Essa música é a única representante nacional da lista. Porque, se eu for incluir músicas como "Rebolation" e "Minha mulher não deixa não", simplesmente não vai ter espaço para mais nada! A cultura de músicas bizarras no Brasil é vasta e magnífica, e cada clássico incluído significa outro deixado de fora. Por isso, escolhi uma, apenas uma, baseado em um sonho que tive essa semana, em que Sandy e Júnior tinham voltado a se apresentar juntos e Júnior tinha feito uma operação de mudança de sexo. Enfim. Também porque é bizarro ter uma música deles em que só o Júnior canta, deixando a Sandy mostrar seus dotes de atriz de filme mudo. E porque, mais perturbador do que o Júnior cantando, só o Júnior pagando de gostosão. São tantas caretas, figurinos, tentativas de dancinha, maneirismos, efeitos especiais toscos e um esforço desesperado para parecer cool... e é uma cover de uma música do Fábio Jr. Sem mais.





3) Whip My Hair - Willow Smith




Eu poderia deixar o gif acima explicar por si só o que essa música tem de tão bizarro, mas vou ser chata e comentar um pouco. Uma sala cheia de pessoas apáticas. Eis que surge uma menina segurando um som e com o cabelo em forma de coração. O suspense é instalado. Sua mensagem de mudança de vida? "I whip my hair back and forth, I whip my hair back and forth!" Eu admito, eu gosto desse clipe. É tão colorido e o início sempre me faz rir. Sem falar nas coreografias estranhas de cabeças sendo sacudidas para cabelos serem jogados. E, como uma boa música bizarra, ela gruda na cabeça.
Letra e tradução.




2) Total Eclipse Of The Heart - Bonnie Tyler



Essa é uma das mães das músicas bizarras, nem tanto pela música em si, melosa e bem estilo balada anos 80, mas pelo clipe. Oh. Céus. O que é esse clipe? Eu AMO esse clipe. É totalmente trashilicious *-*. Eu não sei se os realizadores eram gênios da comédia incompreendidos ou pessoas com ideias bem distorcidas de drama. Na letra, a diva Bonnie Tyler (sem sarcasmo; ela É diva!) diz coisas como "às vezes eu fico um pouco solitária, e você nunca está por perto" e "às vezes eu me sinto um pouco cansada de ouvir o som das minhas lágrimas" e "e eu preciso de você essa noite, e eu preciso de você mais do que nunca". Sabe, ela não diz nada como "à cada passo que eu dou no corredor uma coisa mais estranha acontece em cada sala que tem a porta aberta pelo pé perfeitamente visível de alguém vento do além" ou "agora surgem os ninjas, agora são os jogadores de futebol americano". Porque é isso que acontece no clipe, e eu não faço ideia de onde tiraram essas coisas. Pra ser justa, os "olhos brilhantes" realmente são mencionados na música.
Letra e tradução.

Clique no link abaixo para ver o clipe, porque a sexta-feira 13 está atacando de novo...
http://www.youtube.com/watch?v=lcOxhH8N3Bo


E, finalmente, o primeiro lugar...

1) Friday - Rebecca Black






Aaah, um final previsível! Afinal, hoje é sexta, sexta, e temos que curtir a sexta! Pra falar a verdade, faz pouco tempo que eu ouvi falar nessa moça com 137 milhões de acessos no youtube, o que faz com que 137 milhões de pessoas já tenham zoado ela antes de mim, mas não posso evitar, é mais forte do que eu. Todo mundo compara ela ao Justin Bieber, mas o Bieber é só... irritante. A Rebecca Black é hilária! Sem a menor intenção de ser, mas é! Ao contrário do "Total Eclipse Of The Heart", ela narra EXATAMENTE o que está acontecendo no clipe, o que faz com que música e vídeo andem de mãos dadas pela estrada da bizarrice tosca. A necessidade da menina de ter sua tigela de cereal, os amigos tããão maneiros, a dúvida que a consome sobre se sentar no banco da frente ou de trás, ignorando o fato de só ter um assento vago no carro e que o motorista é um garoto de 13 anos, então, provavelmente, todo mundo vai morrer antes de chegar ao destino mesmo, a garota fazendo a "mão de golfinho", as amigas totalmente lost, o mano do hip hop fazendo cara de quem tá curtindo muuuito a música, a demonstração intelectual ao afirmar que ontem foi quinta, hoje é sexta, amanhã é sábado e domingo vem depois...
Parece que é ruim assim de propósito. Mas fazia tempo que eu não ria tanto com uma música ou com um clipe.
Letra e tradução.





That's all, folks.
Curtam o fim da sexta-feira 13!
See ya o/
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