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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Uma chance para seriados: New Girl



                                           


Olá!
Apesar de um pouco atrasada, aqui está a Uma chance para seriados com "New Girl"! Yay! o/

Na trama, a Jess (Zooey Deschanel), termina com o namorado e vai morar com três caras que ela conheceu pela internet. Eles são Schmidt (Max Greenfield), o metido a pegador, Coach (Damon Wayans Jr.), um treinador estourado, e Nick (Jake M. Johnson), o cara fofo que acabou de tomar um pé na bunda.

Então, abaixo vocês têm o resumo dos primeiros 4 espisódios da primeira temporada (é, o quarto episódio acabou saindo e eu pensei "nhaaa, por que não?") juntamente com minhas humildes opiniões.

1x01 - Pilot

Bem, nesse episódio acontece basicamente o que está no resumo da trama: Jess é traída pelo namorado babaca e vai morar com os rapazes. Ela fica bem deprê e assiste muito "Dirty Dancing" e os caras tentam ajudá-la a sair dessa vida de fossa. Eu sei que isso é um resumo bem miserável, mas não estou acostumada a fazer isso com episódios de seriados! Enfim. Não pude evitar, eu gostei muito da Jess. Quando a Zooey quer, ela pega sua luzinha interior e deixa brilhar, brilhar e brilhar e é uma coisa bonita de se ver. Ela faz a Jess e seu jeito "Jess" de ser de uma forma natural e dá vontade de ver mais. Os meninos também se saíram bem, são simpáticos e se completam com suas características próprias. Também tem outra personagem, Cece (Hannah Simone), a amiga modelo da Jess, mas ela não fez grande coisa. Mas parece ser gente boa. Vamos ver no futuro. O final do episódio foi fofo (talvez um pouco forçadinho, mas fofo) e, no geral, achei que foi um bom começo.

1x02 - Kryptonite

"Que bruxaria é essa???" foi o que eu pensei quando esse episódio começou e percebi que o Coach tinha dado o fora. Pois é, crianças, não se apeguem ao Coach, porque ele dá o fora!
O ator saiu depois do piloto e eles trocaram completamente o personagem. Agora, temos Winston (Lamorne Morris), que acabou de voltar depois de um tempo jogando basquete na Latvia. Bem-vindo, Winston! Eu acabei gostando dele também, mais até do que do Coach. E é o Winston que tá na foto do poster acima, então, acho que é com ele mesmo que seguimos nessa bagaça. Esse episódio foi um pouco mais bobinho, a Jess acidentalmente quebra a tv dos caras (mesmo gostando dela, acho que encarnaria meu Rocky Balboa interiror se fosse com a minha tv!) e se vê obrigada a enfrentar seus medos e pegar suas coisas (incluindo sua tv) na casa do ex, que realmente é muito babaca. Mesmo não tão legal quanto o piloto, é um episódio divertido.

1x03 - Wedding

Todos eles vão para o casamento de... hã... bem, de duas pessoas que eles conhecem por algum motivo que não é explicado e nem tem importância, e como a Caroline, ex do Nick, vai estar lá, ele pede para a Jess fingir ser sua namorada. O Winston está trabalhando como anfitrião do casamento e tem que competir por essa função com um moleque pentelho e o Schmidt tenta ficar com uma moça bonita, mas é perseguido por uma moça bizarra com quem ele sempre acaba transando em casamentos. O pobre Nick-Tom-Hansen-feelings bêbado foi engraçado e a dança da galinha foi um belo momento solene. É, solene.

1x04 - Naked

Nick tem um encontro marcado com uma garota bonita e meio esquisita (eu gosto disso nessa série: todo mundo é ou esquisito, ou bizarro, ou simpático, ou irritante... ninguém é sem sal) e tem um momento de dança pelado ao som de reggae em seu quarto para... aumentar a confiança, eu acho. O negócio é que a Jess entra na hora, vê as coisas que não deveria e dá uma risadinha de pânico. Isso deixa o Nick beeem inseguro, e eles passam o episódio tentando resolver isso. Mas a situação meio que piora. O Winston tenta se atualizar no que aconteceu na cultura pop enquanto ele tava na Latvia e o Schmidt fica meio deprê ao perceber que é o único que ainda não viu os bagulhos do Nick. É. Não foi um episódio muito engraçado, teve mais discussão mesmo, mas teve seus momentos inspirados, como a dança mencionada e um flashback de quando o Schmidt era uma criança gordinha que se vestia de coelho. *-*

Meu verdicto atual para "New Girl" é que sim, vale a pena continuar acompanhando. É divertida, é cute, os personagens são humanos e bacanas e a Jess tem vestidos tãão lindinhos. Aguardarei os próximos episódios.

Olha só... meu coração já se sente mais aquecido por ter dado uma chance a um seriado!
Que venham mais! E eu não tenho certeza de quais serão! Mas semana que vem vamos descobrir.

That's all, folks.
See ya o/

quinta-feira, 19 de maio de 2011

(500) Dias com Ela: Que seja infinito enquanto dure


Hello! Bem, eu estive pensando, este pequeno blog já tem quase um mês de existência (own, meu bebê *-*) e sabem o que ainda estava faltando?

*Eu sei, eu sei!*
Sim, moça na primeira fileira, pode falar!
*Uma resenha de fiiilme!!!*
Excelente! Produção, arrumem um brinde para ela!
(depois eu não sei por que me chamam de esquizofrênica...)

Mas, er, enfim, é isso mesmo, uma resenha de filme. O que é meio estranho já que, por mais que eu seja louca por livros, os filmes foram meu primeiro amor, desde os primórdios, quando nem a literatura nem a música importavam muito.

Resolvi, então, começar por um dos meus filmes favoritos. Pelo menos, é minha comédia romântica favorita. "(500) Dias com Ela" (ou "(500) Days of Summer", trocadilho legal que obviamente morre no título nacional) é a história sensível, realista, divertida, triste, envolvente e complicada dos 500 dias de amor e ódio entre Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) e Summer Finn (Zooey Deschanel).

Tom, apesar de ser formado em Arquitetura, trabalha numa empresa que produz cartões (pra datas comemorativas e shit like that). É lá que ele conhece Summer, a nova assistente de seu chefe. Sentindo-se atraído pela moça desde o início, ainda mais depois de descobrir que ela gosta de The Smiths (realmente, isso é um fato que sempre faz aumentar a atração de uma pessoa pela outra, pelo menos pra mim *-*), o rapaz passa a se aproximar cada vez mais dela, até que, ta-dah, eles estão em um relacionamento. O problema: Tom está perdidamente apaixonado. E Summer não quer nada sério e nem acredita em amor verdadeiro.

"To die by your side is such a heavenly way to die..."


A história dos dois não é mostrada em ordem cronológica. No comecinho do filme, o namoro já está terminado e Tom está super deprimido. Depois, volta no tempo para mostrar como eles se conheceram, e segue com essas idas e vindas temporais, alternando entre momentos felizes e melancólicos, trocas de carinho e brigas, praticamente como se fosse um mosaico da relação.

E é uma relação linda de se acompanhar. Juras de amor eterno podem ser muito bonitas quando bem feitas (quando são mal feitas e exageradas ficam um porre...), mas tem algo de especial em conversas simples entre os membros de um casal sobre o que eles tem em comum, ou sobre as coisas que eles contam um para o outro e para mais ninguém, e no mundinho de brincadeiras e piadas internas que eles criam para si (atenção - épica cena da loja de móveis). São algumas das demonstrações de afeto que eu mais gosto de ver, e dão uma receita tão gostosa! Felizmente, ao contrário de muitos romances, "(500) Dias com Ela" não erra a mão no açúcar. 


Outra coisa que eu adoro no filme é a criatividade. A cena do "musical da felicidade" que o Tom protagoniza depois da primeira noite de amor com a Summer já é clássica, com o povo dançando animadão pela cidade, assim como a da "expectativa vs. realidade". Até as animações que aparecem para marcar os dias dão um toque especial, uma sensação de algo único.

E o elenco, bem... o elenco é excelente. Joseph Gordon-Levitt é um rapaz garboso, estranhamente parecido com o Heath Ledger, do qual eu sempre gostei, desde outra ótima comédia romântica, "10 Coisas que Eu Odeio em Você", e do seriado "3rd Rock From the Sun" (alguém lembra disso?? Era sobre um grupo de ET's que vivia infiltrado entre os humanos xD). Ele faz do Tom um personagem gente fina e carismático e, mesmo com seus defeitos, é muito fácil simpatizar com ele.
A Zooey Deschanel é uma moça um pouco overhypada, mas, ainda assim, gosto dela. Acho que ela tem seus altos e baixos como atriz (um robô teria se saído melhor do que ela em "Fim dos Tempos"), mas a Summer, com certeza, é um dos altos. Sabe quando o ator ou atriz se encaixa no papel, tão bem que é difícil imaginar o personagem na pele de outra pessoa? É o caso da Zooey com a Summer. Ela conseguiu ser tão adorável quanto detestável, fazer o público enxergar a Summer com todas as virtudes e problemas que o Tom vê nela.
Além dos dois, também tem o elenco de apoio, com os amigos engraçados do Tom, o chefe "ex-marido da Old Christine" e a Chloe "Hit Girl" Moretz, como a irmazinha fodona.



Também não posso deixar de mencionar a química que os protagonistas têm entre si. É uma coisa tão natural e bem fluída que você chega a acreditar que eles são um casal de verdade e estamos invadindo a sua privacidade, fazendo parte de sua história.

O final é um caso de ame ou odeie. Eu, particularmente, amo.
E nem vou me aprofundar muito na questão "Summer é uma bitch ou não?". Eu acho que não, mas vejam e tirem suas próprias conclusões!

"(500) Dias com Ela" não é um filme sobre um amor maior que a vida e as montanhas que ele move, é um filme sobre um amor que faz parte da vida e as pessoas que ele afeta, com tudo de bom e de ruim que tem a oferecer.



Bem, acho que é isso. Minha missão de fazer a primeira resenha de filme está cumprida e já é hora de eu me recolher. Deixo vocês com dois vídeos:

O primeiro é o "Cinemash Sid and Nancy", uma brincadeira (infelizmente sem legendas) que provavelmente tem mais graça e sentido para quem viu o filme, mas como é muito foda e vale a pena ser visto de qualquer jeito, vou colocar aqui - e não se preocupem, não tem spoilers do filme (mas não veja se você não quiser saber o que aconteceu com Sid Vicious e sua namorada Nancy...).



O segundo vídeo é o bom e velho trailer:




See ya o/

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